Afirma a Renamo: “Governo mostra-se incapaz de neutralizar e responsabilizar os criminosos”

 

A Renamo, maior partido da oposição manifestou sua preocupação com relação a situação de raptos e corrupção no país, a degradação social e a violência armada vivida em Cabo Delgado e no centro do país.

Segundo o porta-voz do partido, José Manteigas esses males impedem a existência de uma paz efectiva e verdadeira reconciliação nacional base fundamental para o desenvolvimento.

Para a Renamo, infelizmente, perante a situação de terror, medo e incerteza no seio dos cidadãos vitimas e sobretudo dos empresários, o governo mostra-se incapaz de neutralizar e responsabilizar os criminosos, o que poe em causa os objectivos fundamentais consagrados no artigo 11 da Constituição.

“A Renamo e o seu Presidente, Ossufo Momade por assumirem-se defensores do Estado e do povo moçambicano têm pautado por acompanhar minuciosamente a situação social, económica e política em salvaguarda dos superiores interesses da Nação moçambicana. É neste sentido que acompanha com muita atenção e preocupação a situação dos raptos, sequestros e assassinatos selectivos de cidadãos civis e indefesos, perpetrados quer nas zonas rurais, quer nas zonas urbanas”, lamentou.

Para Manteigas, a onda de raptos, sequestros e assassinatos selectivos instalou-se como uma actividade criminal normal, porquanto os seus actores têm o atrevimento de praticar até à luz do dia.

“Nos últimos tempos, como é do domínio público, os agentes criminais para além dos membros de oposição, também empresários são alvos a quem, para além de infligir violência de várias ordem exigem deles avultadas somas de dinheiro que em muitos casos são transaccionados no sistema bancário, não havendo dúvidas de que trata-se de um crime de colarinho branco”, sustentou.

 “A propósito dos raptos de empresários, o Presidente Ossufo Momade e a Renamo solidarizam-se e juntam-se à classe dos empresários da Beira e do país inteiro no seu grito contra os raptos e sequestros que têm desestabilizado as suas famílias e a economia nacional. Apelamos a Polícia da República de Moçambique e outras instituições que têm a missão de prevenir e investigar os crimes a posicionar-se como garantes da ordem e tranquilidade pública, bem como de integridade física dos cidadãos”, defendeu.

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