APREJOR quer celeridade na implementação do indulto presidencial

 

Depois de o Presidente da República, Filipe Nyusi, ter anunciado o indulto a 1800 reclusos, a Associação Para a Regeneração e Reinserção da Pessoa Reclusa (APREJOR) veio, através de um comunicado de imprensa, saudar a decisão do Chefe do Estado, que classifica de “oportuna”, e, ao mesmo tempo, apelar às instituições de administração da justiça para que sejam céleres na implementação da medida.

“O indulto poderá beneficiar pouco mais de 1800 concidadãos em conflito com a lei, que deverão passar as festas de natal e fim do ano junto de suas famílias, por isso, a APREJOR espera das instituições de administração da justiça maior celeridade na implementação desta medida”, lê-se no documento, que também elogia o Chefe do Estado por tomar uma medida que, na opinião da Associação, “estimula valores nobres, tais como o perdão e a reconciliação, num período em que se celebra a fraternidade familiar”.

Serão abrangidos pelo indulto presidencial reclusos que tenham cumprido pelo menos metade da pena e que demonstrem comportamento exemplar, para além de idosos e doentes graves. Aos contemplados, a APREJOR apela a “uma conduta irrepreensível, evitando cometer novos crimes”. Os apelos da APREJOR são extensivos a sociedade, no sentido de receber os cidadãos ora indultados de “braços abertos”, facilitando assim a sua reinserção.

A Associação, que é uma plataforma de indivíduos que pretendem ajudar activamente na Regeneração e Reintegração do Jovem em situação de reclusão, lembra que as cadeias moçambicanas continuam superlotadas, daí a importância de medidas tendentes a diminuição da população carcerária.

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