Crianças deslocadas por “guerra”: o grande desafio do MINEDH

 

Numa altura em que aproxima-se o arranque do ano lectivo, o Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano, mostra-se preocupado e ainda a busca de soluções para as crianças que foram obrigadas a deslocar-se na zona centro do país e na província de Cabo Delgado, devido a instabilidade que se vive nas duas regiões afectadas por ataques armados.

Tem sido reportados nos últimos dias, sobretudo nas províncias de Sofala e Manica, no centro do país, casos de aldeias que foram completamente abandonadas pelas comunidades directamente afectadas pelos confrontos militares entre as Forças de Defesa e Segurança (FDS) e homens armados ligados à Junta Militar da Renamo.

Sobre essa situação, o porta-voz do Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano, Ismael Nheze disse, há dias, em Maputo, que o pelouro ainda está a fazer o levantamento das escolas que poderão ser afectadas, para melhor estudar mecanismos de como responder a possíveis necessidades.

Refira-se que no caso de Cabo Delgado, onde desde Outubro de 2017 um grupo de insurgentes semeia terror, há também relatos de um grande número de deslocados que procuram por segurança nos grandes centros urbanos, mas o governo controla severamente a informação, procurando dar a entender que tudo decorre na maior normalidade.

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