Defesa chancela arrogância de Ndambi

Está cada vez mais claro que a inflexibilidade, com requintes de arrogância e falta de respeito, demonstrada por Armando Ndambi Guebuza é uma estratégia definida, ou pelo menos apoiada, pela própria equipa de advogados que o assessora.

Há bocado, foi o próprio Isálcio Mahanjane que protestou contra perguntas supostamente “repetitivas e sugestivas”, corroborando a postura que tem sido adoptada pelo seu constituinte desde o início da intervenção da Ordem dos Advogados de Moçambique, que é assistente no julgamento. “A estratégia é espicaçá-lo para depois entrarmos numa zona de perda de controlo”, acusou o advogado, ignorando o facto de “Cinderella” estar “descontrolado” desde o início.

Curiosamente, em nenhum momento Mahanjane interveio no sentido de chamar à razão o arguido, que é acusado de ter embolsado 33 milhões de dólares de subornos pagos pela Privinvest. Este exercício tem sido feito unicamente pelo juiz. Há bocado, e na sequência de uma resposta plena de desprezo à uma pergunta da OAM, Efigénio Baptista disse, dirigindo-se ao réu, que “não precisa ser educado para fazer valer seus direitos”. AC

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