Delegados de lista do MDM impedidos de trabalhar na província de Maputo


O cabeça de lista do Movimento Democrático de Moçambique (MDM) na província de Maputo, Augusto Pelembe, que exerceu o seu direito cívico na Escola Primária completa Tchumene 2, está manhã, denunciou uma estratégia para impedir os delegados de candidatura do seu partido de fiscalizar o processo de votação.


Pelembe denunciou que as credenciais dos delegados de candidatura do seu partido não tem a indicação das mesas de vota a que estão afectos.


“O próprio STAE não colocou, agora os nossos delegados de candidatura estão a ser questionados e retirados das salas porque não há o número e esse é um problema do STAE. Não colocou e se nós colocarmos vai ser uma falsificação”, explicou Pelembe.
“Quero apelar a direção do STAE que tomei providência porque em toda a província de Maputo estamos a ter a mesma irreguladade e isso parece propositado. Mesmo assim nós estamos no terreno, não vamos baixar a guarda. Os nossos delegados vão fazer de tudo, vão estar nas salas para fazer valer o voto dos moçambicanos”, assegurou.


De um modo geral, os eleitores estão a fluir em massa às urnas desde as primeiras horas para exercerem o seu direito cívico.


Numa ronda efectuada pelo Dossiers & Factos constatsmos, no entanto, que alguns nomes de alguns eleitores não constavam dos cadernos eleitorais e havia casos em que os números eram diferentes do que constam do livro de registro. Muitos foram impedidos de votar.


Por outro lado, mulheres grávidas ou com bebés são obrigadas a permanecer longa horas na fila, nalgumas mesas. Os escrutinadores alegam que são ordens dos seus formadores, pois tem algumas mulheres que emprestam bebés das outras para furarem a fila. Até o momento não haviam sido reportados grandes incidentes.

Mais  Destaques

Scroll to top
Skip to content