“Devemos sair de economia de serviços para uma mais produtiva e geradora de emprego”

– defende Oswaldo Peterburgo, Secretário de Estado da Juventude e Emprego

O Secretário de Estado da Juventude e Emprego, Oswaldo Petersburgo defende a transformação da actual economia fortemente de serviços para uma mais produtiva e geradora de emprego.

Peterburgo falava, esta Quarta-feira, em Maputo, durante o lançamento de um sistema de lavagem de mão, denominado “Clara”, no quadro do reforço das medidas de prevenção face à pandemia da COVID-19. Trata-se de uma iniciativa empreendedora de alguns jovens, que, no entender do dirigente, irá maximizar a componente de emprego.

“A Covid-19 desafia-nos a continuarmos cada vez mais a transformarmos a nossa economia, de uma economia de serviços para uma economia mais produtiva, onde o que produzirmos gera emprego e renda para quem produz, servindo o país, a região e o mundo”, destacou.

Na ocasião, o dirigente procedeu a entrega das primeiras 10 unidades do “Sistema Clara”, concebido por jovens da Associação para a Saúde e Desenvolvimento Rural, em parceria com o Conselho Nacional do Voluntariado, tendo sido executado por jovens empreendedores e artesãos da Mozarte, um centro de recursos juvenis, pertencente ao Instituto da Juventude.

“Neste ciclo de governação, a nossa maior prioridade é de assegurar a geração de mais e melhores empregos, mas a Covid-19 que se propalou pelo mundo vem complicar cada vez mais a nossa matriz de promoção de emprego, por isso contamos com as iniciativas dos nossos jovens na produção de soluções locais, que contemplem a componente emprego. Cada iniciativa empreendedora deve maximizar a variável emprego e só assim podemos multiplicar os empregos e vencermos a pobreza”, referiu Petersburgo, saudando aos jovens pelo seu activo envolvimento na divulgação e reforço das medidas de prevenção

Petersburgo garantiu ainda que o Governo através da Secretaria do Estado de Juventude e Emprego continuará a prestar particular atenção à educação dos jovens, a preocupar-se pela sua saúde, a lutar para melhorar a situação de emprego e a ocupação sã dos jovens.

“Jovens, não podemos defraudar as expectativas e esperanças depositadas em nós. A caminhada ainda é longa e continuará a exigir sacrifícios de todos nós na procura de respostas cada vez mais criativas para a solução dos problemas. O governo estará sempre ao lado dos jovens, conjugando esforços para construir um Moçambique melhor”, reforçou.

Entre os beneficiários das primeiras 10 unidades constam o Centro de Saúde de Dhlavela,  Hospital Feminino da Maxaquene, Hospital Psiquiátrico de Infulene,  Infantário da Matola e Lar dos idosos de Magoanine C.

A engenhoca, que passará a ser produzida em massa, nos próximos dias, é apropriada para espaços partilhados e permite aos beneficiários lavarem as mãos, sem precisarem de pegarem no balde, passando a faze-lo a partir de dois pedais, sendo um para a água e outra para sabão.

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