Exploração sexual de reclusas: APREJOR exige responsabilização dos envolvidos

A Associação para a Regeneração e Reintegração do Jovem Recluso (APREJOR) condena a submissão de reclusas a actos de exploração sexual na penitenciária feminina de Ndlavela, na província de Maputo, e exige investigação e punição “exemplar” dos promotores.

A posição surge após a denúncia apresentada pelo Centro de Integridade Pública (CIP), dando conta da existência de uma rede de exploração sexual de reclusas naquele centro de reclusão, o que não é de todo inédito no sistema prisional moçambicano. A denúncia agora apresentada, lê-se no comunicado, mostra a “continuidade destas práticas repugnantes e atentatórias à dignidade da pessoa humana, que são ainda mais lamentáveis por serem praticadas em instituições que deviam velar pela justiça”.

Como tal, a organização exige uma “investigação minuciosa”, em todas penitenciárias do país, e a devida punição dos autores morais e materiais destas práticas que, no seu entender, colocam em causa os princípios que norteiam os estabelecimentos penitenciários. A organização presidida elo jornalista Serôdio Towo lembra que o papel dos centros de reclusão é de regeneração, pelo que os agentes penitenciários devem criar um ambiente propício para tal.

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