Governo vai repor cinco mil hectares de mangal

 

Estima-se que mais de trezentos mil hectares de mangais correm o risco de desaparecer em Moçambique devido a acção humana,  e para reverter o cenário, o Governo agcaba de aprovar a Estratégia de Gestão do Mangal 2020-2024 para a reposição do mangal e garantir o desenvolvimento sustentável do oceano. A estratégia está orçada em 330 milhões de meticais e será implementada durante cinco anos.

Texto: Redacção

As províncias da Zambézia e Sofala, no centro, Nampula, no norte, e Maputo, no sul, são as mais críticas, por isso, o Governo, através do Ministério do Mar, Aguas Interiores e Pescas, em coordenação com o Ministério da Terra e Ambiente e Especialistas em meio ambiente, aprovou a Estrategia de Gestão do Mangal, com a promessa de até 2022 fazer-se a reposição de cinco mil hectares.

Falando na ocasião, a directora Nacional de Política Marítima e Pesqueira, Felismina Antia explicou que as comunidades tem vindo a ser consciencializadas com relação a importância da preservação do mangal  e doptá-las de técnicas alternativas ao abate de arvores.

“Zambézia, Nampula, Sofala e Maputo são as províncias do país que estão numa situação crítica do mangal degradado, por isso, continuaremos a trabalhar com as comunidades para que tenham mais consciência da importância do mangal, dando formas alternativas de não abate de árvores”, explicou.

Refira-se que o mangal é importante na prevenção da erosão da costa e das margens dos rios, na redução das cheias e na reprodução das espécies marinhas, como é o caso do camarão.

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