INGC assiste deslocados com 10 toneladas de produtos diversos

 

O Instituto Nacional de Gestão de Calamidades prepara-se para proceder a mais uma assistência aos deslocados em Cabo Delgado. São cerca de 10 toneladas de produtos diversos a serem entregues à população afectada pelo terrorismo naquele ponto do país. Os produtos foram oferecidos ao INGC pelo partido Frelimo a nível do Comité Provincial de Maputo na última segunda-feira. A Directora do INGC, Luísa Meque, apelou a que mais instituições e singulares se juntem a causa.

Texto: Hélio de Carlos

São cerca de 27 sacos de roupa, na sua maioria camisas e calçados para crianças, aos quais se junta uma considerável quantidade de arroz, entre outros produtos de primeira necessidade.

Para a Directora do INGC, a entrega daqueles produtos é um gesto gratificante porque vai chamar atenção de todos como nação.

A dirigente aproveitou a ocasião para lançar apelo aos demais moçambicanos, no sentido de apoiarem a população de Cabo Delgado. ‘‘Não importa a quantidade, mas sim o gesto de se apoiar a todos aqueles que necessitam. Reiteramos que o nosso desejo é que este gesto se multiplique. Apelamos a todos para que façam a diferença, para que apoiem os nossos irmãos neste momento’’, disse.

Entretanto, o Primeiro Secretário do Partido Frelimo na Província de Maputo, Avelino Pinto, disse que o gesto visa responder ao apelo da direcção máxima do partido, no sentido de apoiar as vítimas da insurgência em Cabo Delgado.

‘‘Sabemos que a situação daquele canto do país remete-nos a termos muitos deslocados que saem de suas zonas de origem por causa da situação de Guerra, e essas pessoas precisam do nosso apoio, e nós como Frelimo na província de Maputo, falamos com os nossos membros e simpatizantes e responderam ao apelo com esta singela oferta que aqui entregamos a Directora do INGC’’, disse Pinto.

Neste momento, o país conta com 13 centros de acomodação, seis dos quais em Cabo Delgado. ‘‘Temos estado a prestar a devida assistência para as pessoas carenciadas. A nível geral, estamos com cerca de 378 mil pessoas afectadas nos centros de acomodação’’, garantiu Luísa Meque.

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