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INGD reforça apelo ao abandono das zonas de risco

 

No âmbito do seu périplo pela província de Maputo, com o objectivo de avaliar o impacto das chuvas, a presidente do Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres (INGD) visitou esta terça-feira, 11 de Janeiro, a Barragem dos Pequenos Libombos, no distrito de Boane.

No local, Luísa Celma Meque voltou a insistir na necessidade de a população abandonar as zonas propensas às inundações, numa altura em que o volume de descargas naquela barragem subiu de 60 para 120 metros cúbicos por segundo, o que levou a interrupção da ligação entre a vila de Boane e as zonas mais recônditas.

Sabe-se que, em todo o país, cerca de 50 mil pessoas estão a ser assistidas pelo INGD depois de terem perdido suas casas e outros bens por conta das chuvas. Além de residências, as famílias tiveram a produção agrícola submersa pelas águas. O plano de contingência do INGD prevê apoiar um milhão pessoas até Março, final da época chuvosa.

“Esta ajuda contempla bens materiais como também a questão de abrigo para que as pessoas, ao serem retiradas das zonas de risco, possam, de facto, ter acesso à uma tenda, material de saneamento e outra ajuda básica”, referiu Luísa Celma Meque. Quelto Janeiro

 

A informação foi avançada pela presidente do INGD, Luísa Meque na visita a Barragem dos Pequenos Libombos no distrito de Boane província de Maputo no âmbito da monitoria ao impacto das chuvas nesta época chuvosa.

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