“Lizha só Festas” diz que mortes de crianças ocorreram fora do recinto do evento

 

Os organizadores do festival Lizha só festas, através de uma pequena nota publicada nas redes sociais, veio este domingo isentar-se de responsabilidades sobre os incidentes que vitimaram mortalmente pelo menos cinco pessoas, sendo três adultos e duas crianças.

De acordo com a nota, publicada nas redes sociais da cantora Lizha James e do seu agente e marido, Bang, as cinco pessoas terão encontrado a morte supostamente fora do recinto do evento, ou seja, no momento em que estavam a deixar o local.

“A Lizha só festas lamenta pelo sucedido ocorrido fora do recinto do evento e endereça as mais sentidas condolências as famílias enlutadas. As autoridades competentes estão neste momento a investigar o caso. Mais pormenores serão pronunciados em breve”, lê-se nas redes sociais da cantora e do seu agente.

O Hospital Central de Maputo, confirmou ter recebido cinco corpos já sem vida. As primeiras notícias davam conta de morte por afogamento, mas segundo o Jornal O País, o laudo pericial preliminar dado por fontes da maior unidade hospitalar do país indicava morte por asfixia.

Segundo a terminologia legista, asfixia provém do grego asphyxía, que significa falta de pulso ou sufocação. É a dificuldade respiratória que leva à falta de oxigénio no organismo. Pode ser causada por Baixo conteúdo de oxigénio do ar ambiente.

A polícia aponta como provável causa do incidente a superlotação e acredita que estavam no evento pouco mais de 20 mil pessoas, um número que contrasta com os dados da organização que indica que foram registados apenas 8 mil espectadores.

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