Ministério Público desvenda discrepâncias

O arguido Bruno Langa está agora a responder às perguntas do Ministério Público (MP), e surgem algumas incongruências. Uma delas tem que ver com o contrato de trabalho que o arguido assinou com a Privinvest.

Bruno Langa dissera ao juiz Efigénio Baptista que o objecto do seu contrato com a holding sediada em Abu Dabhi era “consultoria na área imobiliária e hotelaria”. Contudo, Ana Sheila Marrengula apresentou o contrato, que se refere ao projecto de Protecção da Zona Económica e Exclusiva (ZEE), do qual Langa se distanciou desde o início.

Mais uma vez, documentos contrariam a versão do amigo e sócio de Armando Ndambi Guebuza, que encaixou 8.5 milhões de dólares do calote das dívidas ocultas. “O documento que assinei diz isso, mas não fiz parte do projecto da Zona Económica exclusiva”, reagiu. D&F

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