Mirko Manzoni diz que morte de Nyongo é “um fim lamentável”

 

O Comandante-Geral da Polícia da República de Moçambique, Bernardino Rafael, convocou a imprensa, no final da tarde desta segunda-feira, 11 de Outubro, para comunicar o abate do líder da autoproclamada Junta Militar da Renamo (JMR), Mariano Nyongo.
Uma das primeiras reacções ao facto chega das Nações Unidas, através do enviado pessoal de António Guterres a Moçambique, Mirko Manzoni. Tal como Rafael, Manzoni realçou os esforços feitos para que fosse alcançado um desfecho “pacífico”.
“Há dois anos que procuramos estabelecer relações com Nyongo e encorajámo-lo activamente a regressar ao processo de Desarmamento, Desmobilização e Reintegração (DDR). Na sequência de sólidos progressos feitos até à data neste processo e da recente deserção pelos principais membros da JMR, esperávamos que a situação tivesse sido resolvida de forma pacífica”, lamenta, em comunicado de imprensa, Mirko Manzoni.
O presidente do grupo do contacto fala de um “fim lamentável” e reconhece os “consideráveis esforços do Governo” no sentido de encontrar soluções pacíficas para o diferindo com a JMR.
“O nosso pensamento está com o povo moçambicano, em particular o da zona centro”, diz o diplomata, antes de garantir que o abate de Mariano Nyongo não “dissuadirá” as Nações Unidas na busca da paz.
Dissidente da perdiz, alegadamente por discordar dos termos em que o DDR está a ser realizado, Mariano Nyongo liderava ataques esporádicos nas províncias de Manica e Sofala desde o ano de 2019. D&F

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