Moçambique vai ao terceiro mês de estado de emergência com efeitos a partir do dia 31 de Maio

 

O Presidente da República, Filipe Nyusi prorrogou o estado de emergência por mais trinta dias, a contar a partir do dia 31 de Maio até dia 31 de Junho. Esta è a terceira fase do estado de emergência desde que decretou o primeiro a 1 de Abril passado.

No princípio da sua comunicação a nação, Nyusi realçou que o incremento do número de infectados por Coronavírus no país é preocupante. Por isso, prorrogou o Estado de Emergência por mais 30 dias.

Segundo disse o Presidente da República, nas últimas semanas houve relaxamento no cumprimento das medidas de prevenção contra o Coronavírus, ao contrário do que o Governo previu. Nyusi disse que há fragilidades que devem ser corrigidas, de modo que as crianças, por exemplo, fiquem em casa e as paragens deixem de ter tanta gente.

De modo que a situação melhore, e o novo estado de emergência seja igual ao primeiro, em que os cidadãos cumpriram com as normas, o Presidente da República quer que as autoridades sejam mais actuantes.

Além dos aspectos negativos, Nyusi assumiu que houve aumento de pessoas que usam máscara em sítios públicos e da observância do horário de funcionamento da maioria dos mercados e estabelecimentos comercias no país. E ainda adiantou que os sacrifícios por que passam os moçambicanos não devem ser em vão.

Com a prorrogação, Nyusi disse que Moçambique vai continuar a observar medidas de prevenção até 31 de Junho, que incluem “o uso da máscaras em todos locais de aglomeração de pessoas, o cumprimento do distanciamento social de um metro em meio, reforço do controlo das fronteiras e em alguns casos limitar entradas”.

“Estamos cientes da dureza das medidas que estão a ser tomadas”, disse Nyusi, para quem os próximos 15 dias serão decisivos para avaliar as medidas de relaxamento, incluindo a retoma das aulas das classes com exame, formação de professores e ensino superior no país.

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