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As pessoas já vão passar a ter medo de guardar o dinheiro nos bancos comerciais e investimentos por causa da fuga de informação, que tem sido protagonizada por os funcionários dos serviços bancários. Desta feita os bancos vão perder os clientes por causa do péssimo comportamento dos funcionários.

A Televisão Miramar, reportou na semana passada, um caso de jovens que falsificavam documentos dos clientes dos bancos, para supostamente saquear altas somas de dinheiro sem que os donos se apercebem.

Durante a reportagem da Miramar, os supostos jovens envolvidos no saqueiamento do dinheiro alheio, foram detidos pela polícia da República de Moçambique, e neste momento aguardam pelo julgamento.

Na mesma acção policial, foi igualmente apreendido uma viatura avaliada em 700 mil Meticais. Os mesmos revelam que são uma quadrilha grande que trabalham em conexão com os funcionários dos Bancos.

O porta voz da PRM, Lionel Muchina, disse as câmaras da televisão Miramar, que é uma rede muito grande, e que para além daqueles que foram detidos ainda falta mais pessoas envolvidas no esquema de saque do dinheiro alheio.

Lionel Muchina, disse também, que os Malfeitores em conivência trabalhavam com os funcionários dos Bancos: Absa Moçambique que situa na avenida 25 de Setembro na cidade de Maputo. Outro banco que tem seus funcionários envolvidos é o Millenium Bim que está localizada na zona de Xiquelene.

Muchina, acrescenta que as as vítimas dessa quadrilha, são pessoas que morreram de Covid-19, e quando os seus familiares se deslocarem aos bancos acima citados, para obter dinheiro para ajudar nas despesas fúnebres, apanham que nas contas dos malogrados “as” não têm nenhum valor disponível.

Entretanto, o porta voz da polícia da PRM diz que actualmente está a trabalhar arduamente com o Serviço Nacional de Investigação Criminal para solicitação dos dez funcionários para serem ouvidos.

Importa lembrar que, os funcionários dos serviços bancários, trabalhavam em conexão com a os jovens que estão detidos, e a função destes trabalhadores dos bancos era oferecer os dados pessoais dos clientes que já perderam a vida devido a pandemia da Covid-19. E depois da quadrilha receber os dados, aí já começavam com o levantamento do dinheiro nos bancos, e o mesmo depois era divido.

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