ND considera prioridade o engajamento das mulheres na agenda global

 

A Nova Democracia defende que o engajamento das mulheres na agenda global e do país deve ser prioridade, para permitir que tenham as mesmas oportunidades e poder usufruir da repartição justa da riqueza. Estas também precisam se esforçar em abraçar as condições criadas nos vários domínios, o que irá permitir que tenham acesso a uma educação de qualidade, emprego digno, habitação decente, acesso a tecnologias e liberdades democráticas radiantes.

 O Movimento Nova Democracia saudou a todas mulheres do mundo e em especial a mulher moçambicana pela celebração do mês da mulher, cujo o lançamento oficial foi a 8 de Março. Igualmente desafiou as mulheres a reivindicar seus direitos no presente e no futuro, com vista a inverter a situação da violência, terrorismo e a exclusão das mulheres na tomada de decisões.

“Comemora-se este mês para reivindicar os direitos e o papel das mulheres no presente e no futuro dos nossos países. As mulheres em Moçambique enfrentam um contexto já normalizado de violência e terrorismo, agudizado pela exclusão, precariedade, pobreza, falta de oportunidades, marginalização, desigualdades sociais e incertezas”, apontou o ND.

Igualmente, reconheceu que se vive um presente muito difícil para um futuro desafiante caracterizado por crise em quase tudo, num país arruinado pela falta de políticas públicas inclusivas, e por um regime insensível aos problemas das Mulheres. Este grupo social maioritário está confinado à uma perspectiva recreativa de governação, distante da inserção e ausente de alternativas económicas.

O partido liderado por Salomão Muchanga, afirma que apesar de todos estes desafios novas páginas se abrem na história do país “com a Nova Democracia no centro anunciando e mobilizando as mulheres para que não desistam de Moçambique pois está em construção uma nova chama de libertação e união para trazer esperança e dignidade à gerações inteiras”.

“Lembramos as mulheres moçambicanas das zonas rurais, suburbanas e urbanas, distritos, vilas e cidades que o patriotismo está em fazer de Moçambique um país de paz, inclusão e justiça social onde não prospere uma minoria cheia de tudo e uma maioria cheia de nada. Estamos convictos de que Moçambique, terra onde os nossos antepassados nasceram e onde os nossos netos nascerão, terra de todos nós, orgulhosos de quem somos e de defender a Nação, que em breve será um país forte, coeso, solidário e próspero”, defendeu.

Para a Nova Democracia o engajamento construtivo das mulheres na agenda global é prioridade para que possam usufruir da repartição justa da riqueza Nacional, ter uma educação de qualidade, emprego digno, habitação decente, acesso a tecnologias e liberdades democráticas radiantes.

“Um estado que se reencontra com os direitos humanos e um basta a infra-humanização das mulheres deve ser nossa agenda de luta, no mais supremo desprezo à exclusão. Neste mês mobilizador e inspirador, a Nova Democracia enquanto movimento coordenador do projecto do futuro que se funda num presente melhor, ergue a sua voz em defesa e solidariedade as mulheres não para gritar mas para que as mulheres sem voz possam ser ouvidas”, terminou.

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