PARA TER UM MINISTÉRIO SUSTENTÁVEL: Carlos Silya quer apostar na cooperação intra-institucional

Momento da entrega de pastas

O novo ministro dos Combatentes, Carlos Jorge Silya, quer reformular e inovar o mecanismo de cooperação com instituições nacionais e internacionais, como forma de angariar recursos financeiros e tornar assim o pelouro que dirige mais sustentável. 

Com esta medida, Carlos Silya pretende responder aos anseios de Combatentes que clamam por celeridade na adopção de programas de desenvolvimento e criação de actividades de geração de renda. O governante falava momentos depois de receber as pastas do antigo ministro dos Combatentes, Eusébio Lambo.

Naquele que foi o seu primeiro discurso diante dos quadros  séniores do Ministério e do membros do Conselho Consultivo, Silya deixou ficar as linhas mestres e básicas com que quer se orientar durante a sua governação, a fim de ter resultados prósperos ao longo dos cinco anos do novo ciclo governativo 2020-2024.

Nesta perspectiva, o chefe do pelouro dos Combatentes desafiou os quadros a gerarem ideias conducentes a dar solução aos problemas concretos com que os combatentes se debatem no seu dia-a-dia.

Para Silya, o Ministério dos Combatentes não deve ficar apenas a espera dos fundos alocados pelo orçamento de Estado para realizar as suas diversas missões e recomenda: “Cada um de nós deve criar iniciativas que concorram na busca dos possíveis doadores ou financiadores a juntarem-se aos projectos de Combatentes”.

Para tal, o governante tem como aposta dar um cunho gigantesco e robusto ao sector de cooperação do Ministério para que encontre alternativas viáveis que incrementem os duodécimos que a instituição recebe do Ministério de Economia e Finanças.

Na sua visão, a busca de parcerias inteligentes deve ser o principal foco deste sector quando se pensa em ter recursos adicionais para alcançar os propósitos visionários da assistência social dos Combatentes tal como preconiza o programa quinquenal do governo, liderado por Filipe jacinto Nyusi.

Mais adiante, o chefe do pelouro dos combatentes reconheceu o trabalho desenvolvido pela equipa que o antecedeu, tendo enaltecido acções gigantes como o término de registo dos combatentes da Luta de Libertação Nacional e dos Combatentes da Defesa de Soberania e da Democracia, financiamento de projectos aos Combatentes, através do Fundo de Paz e Reconciliação Nacional, bem como do programa de construção de casas para os Combatentes com grande deficiência.

“Registar 54,000 combatentes, em menos de 15 meses, só pode ter sido resultado de uma entrega abnegada dos dirigentes, e por via disso terem mostrado um alto grau de responsabilidade perante os desafios que o país enfrenta no capítulo de assistência social daqueles que tudo deram para a liberdade e defesa de soberania de Moçambique”, reconheceu.

Por fim, Carlos Silya pediu muito trabalho aos quadros do Ministério dos Combatentes, dado que todos conhecem os problemas reais e candentes dos Combatentes.

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