PCE do BCI inibido do exercício de funções durante três anos

 

O Banco de Moçambique acaba de sancionar o Presidente do Conselho Executivo (PCE) do BCI, Paulo de Sousa com a inibição do exercício de cargos sociais e de funções de gestão em instituições de crédito e sociedades financeiras, por três anos e uma multa de 200 mil meticais.

De acordo com a Lei das Instituições de Crédito e Sociedades Financeiras (LICSF), os membros dos órgãos de administração ou fiscalização não podem participar na apreciação e decisão de aquisição de partes de capital em sociedades ou outros locais onde sejam gestores ou em que detenham participações qualificadas.

Segundo um comunicado recebido na nossa redacção, de Sousa, agiu em conflito de interesses aquando da sua participação no processo de apreciação e decisão da proposta de aquisição da INTERBANCOS, SA pela Sociedade Interbancária de Moçambique, SA (SIMO) defendendo simultaneamente, os interesses da SIMO, na qualidade de Administrador, e da INTERBANCOS, SA, na qualidade de Presidente do Conselho de Administração.

Por ter infligido as normas previstas nos números 3 e 6, do artigo 51 da LICSF o BM decidiu aplicar as sanções desde a multa de 200.000,00 MT (duzentos mil meticais) bem como a inibição do exercício de cargos sociais e de funções de gestão em instituições de crédito e sociedades financeiras, por 3 (três) anos.

Sem contar com a sanção de publicação, pelo Banco de Moçambique, da punição definitiva, às custas do condenado. Redacção

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