PR prorroga pela terceira vez o estado de emergência

 

O Presidente da República, Filipe Nyusi prorrogou o estado de emergência pela terceira vez, por mais 30 dias em todo o território nacional. A terceira fase terá início as 00 horas do dia 30 de Junho e termino as 23 horas e 59 minutos do mês de Julho de 2020.

O Governo moçambicano decidiu manter o nível três, porem, com o relaxamento de algumas medidas restritivas que será de forma gradual.

Como explicou o Presidente da Republica, Filipe Nyusi, na comunicação a nação, o país vai adequar de forma faseada algumas medidas com impacto na economia do país permitindo que alguns sectores de actividades possam funcionar.

“A abertura deve ser feita com a observância estrita das medidas de prevenção que são de domínio público e mediante o cumprimento dos protocolos a definir pelas autoridades sanitárias”, disse.

Serão retomadas de forma faseada as aulas desde o nível primário ate ao superior. “Retoma faseada das aulas presenciais no ensino primário e secundário, que decorrera em três fases a serem anunciadas dentro de dias, sendo que a primeira fase será para a 12 classe e formação de professores, 10 classe. Segunda fase 10 e 7 classes e o terceiro ano da educação de adultos, a terceira fase primeira a sexta classe, de oitava, nona e 11 classe, alfabetização e formação de professores. A retoma das actividades devera ser feita a nível nacional”.

A retoma das aulas no ensino superior, ensino profissional e técnico profissional será em duas fases. A primeira será para os dois últimos anos do curso e a segunda fase será para todos os anos.

Será permitida a entrada de especialistas, gestores e investidores no país, “cientes da necessidade de especialistas, gestores e investidores para dinamizar o turismo e negócios, estimulando o desenvolvimento do país, vamos autorizar voos com os países seleccionados em regime de reciprocidade”.

Serão abertos espaços culturais, como museus e galerias com a lotação limitada que permita distanciamento físico de dois metros. Mantêm-se a proibição de espectáculos e o encerramento de cinemas e teatros.

Os cultos religiosos e celebrações religiosas continuam interditos, entretanto, em coordenação com as instituições religiosas o Governo ira avaliar progressivamente as condições adequadas para a reabertura dos locais de culto.

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