Risco de ciclone: Nyusi monitora grau de preparação do INGC

Moçambique está sob alerta. O Instituto Nacional de Meteorologia anunciou, há dias, que algumas províncias podem ser fustigadas por um “grande ciclone”. Neste contexto, o Presidente da República, Filipe Nyusi, visitou o Centro Nacional Operativo de Emergência (CENOE), instituição sob tutela do Instituto Nacional de Gestão de Calamidades, tendo encorajado a equipa liderada por Luísa Meque a trabalhar no sentido de minimizar eventuais danos.

Madagáscar foi recentemente abalada por um ciclone, confirmando-se, assim, um dos cenários traçados pelo INAM. Tal facto leva a que as autoridades nacionais redobrem as atenções e intensifiquem o trabalho de prevenção. “Pelos contactos que os colegas fizeram, está a chover muito lá, e ele (o ciclone) vai sair em direcção ao Canal de Moçambique”, alertou o PR, lembrando que as águas do Canal de Moçambique são quentes, pelo que o ciclone evolui rápido.

Falando diante de altos quadros do INGC, a quem elogiou pela proactividade, o chefe de Estado referiu que o impacto do ciclone pode atingir cerca de 4 milhões de pessoas em algumas províncias do centro e sul.

 Filipe Nyusi apelou ao INGC para que continue a monitorar a situação. Por outro lado, e lembrando a experiência do ciclone IDAI, o PR exortou a todos para que abandonem zonas propensas a inundações, que podem ter efeitos devastadores. O INAM prevê que o ciclone chegue a Moçambique entre os dias 29 a 31 de Dezembro.

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